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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Estratificação Social

                                                 Estratificação Social

       Por definição, estratificação social é a divisão estruturada de diversos grupos de pessoas, considerando sua profissão, etnia, religião, estado e gênero. Nas sociedades mais modernas surgem outras formas de estratificações tais como:

          Estratificação profissional: É atribuído aos diferentes graus de importância dados a certas profissões, o que acaba gerando certo “status” dependendo da profissão, por exemplo, damos mais significância à profissão de advogado do que a de pintor.
     
         Estratificação econômica: Esta baseada na posse e na quantidade de bens que um individuo possui, portanto havendo pessoas ricas, pobres e intermediárias.
       
         Estratificação política: Esta relacionada à condição de mando em uma sociedade, ou seja, existem grupos que detém o poder e grupos que não detém este poder.


         As divisões surgem na sociedade desde o momento em que os homens começam a viver em grupos, tribos e bandos. Nas sociedades mais primitivas cada membro do grupo tinha sua ocupação que estava diretamente relacionada a sua  idade e ao seu sexo.( Uma forma de divisão social mais arcaica ).


          Historicamente existem quatro tipos clássicos de divisões ( estratificação social).


ESCRAVISMO: Homens, mulheres e crianças subjugados em períodos de guerra eram trazidos como escravos para trabalhar nas cidades metrópoles dos exércitos vitoriosos existiam também o escravismo por divida, o tempo era determinado por cada cultura, poderia variar de três a dez anos.


Stratus superior             Benefício         stratus inferior      Mobilidade Social
Senhor de escravos       mão de obra          escravo                     inexistente






SISTEMA DE CASTAS:  Mais comum são os que foram adotados na Índia e no Japão, são muito antigos e remonta aproximadamente uns três mil anos, é um sistema  de divisão social baseado na hereditariedade, na religião, na cor, etnia e ocupação, ou seja, o seu lugar na sociedade é definido a partir do seu grupo de pertencimento ao nascer.
       As subdivisões mais comuns utilizadas na Índia eram os Brâmanes( casta sacerdotal superior a todas as outras).Xátrias ( casta intermediaria formada basicamente pelos guerreiros que se ocupam da segurança e da administração pública os Vaixas( casta dos comerciantes, camponeses, artesões) os Sudras(a casta dos inferiores, aqueles que faziam trabalho manual e servil). Os Parias são aqueles que não pertenciam a nenhuma casta, e vivem portanto, fora das regras existentes.


Stratus superior         Benefício       stratus inferior      Mobilidade Social
    Brâmanes           pureza étnica          párias                  hereditariedade




ESTAMENTOS: Sistema de divisão social adotado durante toda a idade média era basicamente dividido em nobreza, clero e súditos. De acordo com o Sociólogo Octavio lanni, no seu livro da teoria das estratificações sociais. “ a sociedade estamental é fundamentada nas relações recíprocas e hierárquicas com base na tradição, linhagem, honra e cavalheirismo e essas categorias predominavam no pensamento e na ação das pessoas, regulando as relações de poder e as relações de comércio.

Stratus superior         Benefício                 stratus inferior      Mobilidade Social
Senhor feudal    terra e força de trabalho         Súdito               hereditariedade




CLASSES SOCIAIS: Mais utilizado na sociedade contemporânea, baseado no poder aquisitivo do individuo, no Brasil, por exemplo, existe uma divisão em cinco classes sociais, que são:  classe A, classe B, classe C, classe D e a classe E. Cada classe representa um valor mensal de renda do individuo ou família. Sendo a classe “C” a classe que mais tem aumentado em nosso país nos últimos anos, em contra partida a classe “E” são os considerados  na faixa da miséria e pobreza extrema.

Stratus superior       Benefício               stratus inferior      Mobilidade Social
   Capitalista       meios de produção         proletário        competição mercantil





Cristiano Kaller.



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

A origem do Mitos

                                                     A origem dos mitos



          Sua origem remonta a própria existência humana, período em que o homem se maravilhava com os fenômenos da natureza e não existia a ciência para explicar tais acontecimentos, desde um simples trovão até as mudanças climáticas próprias de cada estação do ano, era motivo de especulação para as primeiras civilizações.
          Surgem então os mitos “explicações fantasiosas para o desconhecido”, geralmente professas por um ancião, ou líder tribal, fato que legitimava  suas estórias e narrativas.
          Dentre as mitologias mais ricas, intrincadas e fascinantes está à mitologia Grega e todo seu panteon de deuses e divindades.

          Para explicar a finitude da vida, origem e destino, os gregos idealizaram as Parcas.

         PARCAS:

         Senhoras do destino, três irmãs responsáveis por tecer o fio de nossa existência, a mais velha CLOTOS, a fiandeira, tecia o fio da vida de todos os homens, desde o seu nascimento. LAQUÉSIS, a fixadora, determinava o tamanho e enrolava o fio , e a mais nova ÁTROPOS, e irremovível cortava-o , quando a vida que representava chegava ao fim.


       
       MORFHEUS: filho do sono, é encarregado de tomar a forma humana  e apresentar-se aos homens durante os sonhos, possui grandes asas e na sua mão uma papoula, planta com que faz os homens adormecerem.




          DESTINO: Filho da noite, obscuro e invisível, estende seus domínios sobre os homens e deuses e nenhuma divindade ousam mudá-lo, pois mudar o destino implica em romper a ordem do universo.


          A mitologia grega se tornou tão vasta e abundante que nós encontramos seus primeiros relatos escritos nas obras de Homero, 750 a.C, nos livros  Ilíade e Odisseia. Onde encontramos o relato da guerra de Tróía, a estória de Áquiles, París , Menelau e o próprio cavalo de Tróía, embuste utilizado pelos Espartanos para invadir a cidade murada de Tróía.
          Mas sua obra fica mais rica e cheia de personagens mitológicos, no final da guerra onde Ulisses e seus guerreiros tentam voltar para sua terra natal Ítaca, e acabam sofrendo uma serie de intervenções divinas, como o ataque do Krakem, os encantamentos das Sereias e o sequestro na ilha dos gigantes ciclopes.


Cristiano Kaller.







Movimento de Contracultura

                                                             Contracultura



       Contracultura é um movimento que teve seu auge na década de 1960, quando teve lugar um estilo de mobilização e contestação social e utilizando novos meios de comunicação em massa. Jovens inovando estilos, voltando-se mais para o anti-social aos olhos das famílias mais conservadoras, com um espírito mais libertário, resumido como uma cultura underground, cultura alternativa ou cultura marginal, focada principalmente nas transformações da consciência, dos valores e do comportamento, na busca de outros espaços e novos canais de expressão para o indivíduo e pequenas realidades do cotidiano, embora o movimento Hippie, que representa esse auge, almejasse a transformação da sociedade como um todo, através da tomada de consciência, da mudança de atitude e do protesto político.

       O Festival de Woodstock foi um marco da Contracultura.


        A contracultura pode ser definida como um ideário alternador que questiona valores centrais vigentes e instituídos na cultura ocidental. Justamente por causa disso, são pessoas que costumam se excluir socialmente e algumas que se negam a se adaptarem às visões aceitas pelo mundo. Os principais movimentos de contracultura são a dos Hippes, dos Punk e dos SkinHead.









terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O perigo das ideologias

                                                    O PERIGO DAS IDEOLOGIAS



           A maioria das pessoas não sabe o real significado de uma ideologia, nem tampouco seu significado semântico, porém nossas ações do cotidiano estão norteadas por várias ideologias existentes na sociedade. Pois o sujeito em quanto ser social em suas relações com seu meio, se preocupa mais com o que os outros pensam sobre ele, do que ele mesmo pensa sobre si, a partir desta definição podemos dizer que somos condicionados a certos hábitos em sociedade, ou seja, de consumo de vestuário de ideologias entre tantos outros.

          A ideologia pode ser definida em três grupos:

1° No sentido etimológico da palavra “IDEOLOGIA”, significa estudo das ideias.

2° No sentido sociocultural significa a absorção de símbolos, valores, costumes, tradições que geram certo significado ao sujeito, ou grupo de pessoas em prol de uma causa, um motivo ou razão comum (sentido positivo).

3° No sentido marxista “ ideologia crítica”, são as contradições e os antagonismos encontrados entre a ideia principal que esta sendo vendida e o real motivo dela existir.

Ex:  Quando você diz a um operário, que se ele fizer hora extra, no final do mês seu salário irá aumentar isto serve de estimulo para que o mesmo trabalhe mais e eventualmente aconteça este rendimento financeiro. Porém a verdade por traz desta ideologia não seria que o operário ganha um salário incompatível com suas necessidades básicas e o correto seria ele ganhar um salário melhor para que não precisasse fazer horas extras? 

                                                                                                                          Cristiano Kaller.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Racismo, projeto escolar

                                                      RACISMO, Atividade escolar.



       A escola tem o papel de formar o aluno para o exercício de cidadania, do trabalho e continuar aprendendo ao longo da vida. Esta é a orientação da Lei de Diretrizes de Bases e das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino no Brasil. Ampliar a cidadania é um dos objetivos principais que devem orientar o trabalho pedagógico, e por causa disso, a escola tem que buscar o desenvolvimento de competência e habilidades que permitam compreender a sociedade que vivemos. Mas esta sociedade deve ser entendida como uma produção “dinâmica” dos seres humanos, um processo permanente de construção e reconstrução. O entendimento deste desenvolvimento da cidadania também significa a capacitação para saber avaliar o sentido do mundo em que se vivem os processos sociais e o papel de cada um nesses processos.
       Portanto o papel da escola é buscar meios através de bibliografia sobre as questões étnicas e raciais, eleger o tema para discussão em grupo de estudos e fomentar a criação de cursos para que os professores, técnicos, alunos, ou melhor, a comunidade escolar como um todo, possa se aprofundar nas causas e consequências da dispersão dos africanos pelo mundo e abordar a História da África antes da escravidão. Enfocando as contribuições dos afro-descendentes para o desenvolvimento da humanidade. A questão racial é assunto de todos e deve ser conduzida para a reeducação das relações entre descendentes de africanos, de europeus e de outros povos. Só assim haverá o reconhecimento da existência, da necessidade de valorização e do respeito ao afro-descendente e a sua cultura dentro da escola.
        Toda Sociedade é construída a partir de suas heranças culturais, fatos que moldam e constroem valores, símbolos e significados. Não sendo diferente a nossa sociedade foi construída em cima de alicerces e pilares racistas e preconceituosos, tornando-se evidente tal preconceito logo após a abolição da escravatura no Brasil, onde ex-escravos ou afro-descendentes foram deixados a sua própria sorte. Segundo Florestan Fernandes em sua pesquisa realizada em 1951, logo os Afro-descendentes e ex-escravos entenderam que a sua ascensão social somente seria possível através da educação.
          Surge então mais um obstáculo para os Afro-descendentes o preconceito e o racismo dentro das escolas, que na sua grande maioria mantém-se neutra sobre o assunto, ou finge que no seu estabelecimento não acontece, com isso reproduzindo práticas que são o           reflexo de nossa herança cultural.
          Na escola onde sou docente se limita apenas a cumprir a lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, tornando obrigatório o ensino sobre História e Cultura Africanas e Afro-brasileiras nos estabelecimentos de educação Básica, oficiais e particulares.
           Cabendo aos professores das disciplinas de História e de Geografia trabalharem o tema, porém sabemos que muitos professores não têm a oportunidade de fazer um curso de qualificação voltado para relação étnico-racial, por esse motivo os mesmos deixam a desejar quando se trata da temática em questão, e muitas vezes, por falta de preparo ou por preconceitos introjetados, alguns professores não sabem se aproveitar das situações flagrantes de discriminação racial na escola. Há momentos pedagógicos privilegiados para discutir a diversidade e conscientizar alunos sobre sua importância e riqueza, onde o objetivo de todos é dar sua contribuição e ajudar nesse processo transformador tão necessário e urgente.
         Num primeiro momento o interessante seria lançar um projeto: Respeito à diversidade na escola. Que funcionaria da seguinte forma:
Objetivos.

- Geral Estimular intervenções individuais e coletivas contra atitudes preconceituosas.
- Para a equipe diretiva e a coordenação pedagógica Criar condições necessárias para que as ações sejam realizadas.
- Para os professores Definir conteúdos, atividades e abordagens metodológicas que tratem a cultura negra de modo transdisciplinar.
- Para os alunos Compreender a diversidade étnico-racial e respeitá-la.
- Para os funcionários Participar de ações educativas que visam melhorar o comportamento de todos com relação à diversidade.
- Para os pais Colaborar com as ações propostas pela escola e, assim, desenvolver atitudes de respeito à diversidade étnica e racial.

Conteúdos de Gestão Escolar
- Administrativo Levantamento dos perfis dos alunos, elaboração de questionários, tabulação dos dados e organização de atividades.
- Comunidade Estímulo à reflexão sobre o tema.
- Aprendizagem Estudo da cultura afro brasileira e das semelhanças e diferenças entre grupos étnicos existentes na escola. Elaboração de estratégias de combate à discriminação para a formação continuada dos professores.

Tempo estimado
Um ano.

Material necessário
Livros didáticos e de literatura, filmes, murais, sequências didáticas, caderno de anotações compartilhado entre todos, questionários de diagnóstico, acompanhamento e avaliação.

Desenvolvimento
1ª etapa Diagnóstico
Com base nas fichas de matrícula dos alunos e entrevistas iniciais feitas com os pais, prepare um levantamento do perfil dos alunos da escola. Reserve um horário de formação para apresentar aos professores esse material e leve também os relatos das atitudes preconceituosas observadas na escola sem dar nomes nem fazer julgamentos. Peça que todos respondam a um questionário com perguntas sobre a cultura negra e o modo como o racismo se manifesta. Todas as informações devem ser tabuladas e servirão de base para o planejamento pedagógico.

2ª etapa Participação dos funcionários 
Todos devem ser envolvidos no projeto desde o início. Marque uma reunião com os funcionários do serviço de apoio para falar sobre o trabalho que será desenvolvido na escola. Afirme que a participação deles é fundamental para que a escola se torne um lugar de respeito à diversidade. Peça que os diferentes grupos de funcionários escolham uma maneira de participar e elaborem uma ação pontual sobre o tema. No CMEB Mário Leal Silva, cada grupo ganhou um mural para desenvolver o trabalho. As merendeiras, por exemplo, preencheram o espaço com receitas africanas que passaram a preparar na cantina.

3ª etapa Envolvimento dos pais
As perguntas a respeito do racismo na escola devem ser feitas também aos pais para que eles relatem situações nas quais eles ou os filhos vivenciaram situações discriminatórias. Mande um questionário para que eles respondam em casa. Tabule os resultados e exponha-os em uma reunião do Conselho Escolar, onde todos podem debater o assunto e pensar em maneiras de evitar que atitudes preconceituosas voltem a ocorrer. Pelo menos duas vezes ao ano, promova um encontro de pais e peça que cada um traga elementos de sua cultura (como objetos de artesanato) para que sejam compartilhados com o grupo. Discuta a responsabilidade que todos têm na manutenção de um convívio sem preconceitos e exponha as ações que a escola desenvolve contra a discriminação.

4ª etapa Encontros de estudo
Com a análise dos diversos questionários que foram feitos, agende reuniões com a equipe pedagógica para discutir um plano de trabalho e elaborar propostas. No início, apresente um trecho de um filme que tenha alguma situação de preconceito. No CMEB Mário Leal Silva, a diretora, Mônica Louvem, apresentou O Triunfo, que trata da hostilização contra alunos pobres e negros e das ações de um professor para mudar isso. Debata as soluções encontradas pelo personagem. O objetivo é fazer com que o grupo formule sugestões para serem colocadas em prática. Devem surgir algumas ideias, como eleger um dia da semana para o estudo de diferentes culturas - africana, européia, oriental ou indígena - ou ainda promover momentos de leitura em conjunto com alunos e funcionários para a compreensão da diversidade étnica.

5ª etapa Definição de conteúdos disciplinares
Sob a orientação do coordenador pedagógico, os professores devem introduzir conteúdos ligados à cultura africana no planejamento das aulas, como a leitura de textos e a análise de pinturas e desenhos e a posterior produção (que pode ser exposta nos murais da escola). Outra sugestão é oferecer atividades pedagógicas no contraturno.

6ª etapa Documentação e acompanhamento 
A equipe de gestão deve acompanhar de perto as atividades. Ao longo do projeto, os relatos de pais, funcionários e professores devem ser registrados em um caderno de anotações que será compartilhado entre todos. Os alunos podem documentar as medidas que consideram importantes para combater o preconceito. Sempre que houver manifestações de racismo, é importante fazer uma reunião com os envolvidos - sejam eles professores, pais, funcionários ou alunos. O diálogo entre as partes, com intermediação de uma terceira pessoa, é a melhor solução para os problemas de discriminação.

Avaliação
As atitudes preconceituosas devem diminuir na escola. Ao fim de um período, toda a comunidade pode responder a um novo questionário: que contribuições o projeto está trazendo para o trabalho e o cotidiano? Que mudanças foram observadas? Quais atividades você considera de maior relevância? As respostas servirão de orientação para novas práticas.
           Atividades como gincanas, filmes documentários, leituras dinâmicas e até mesmo feiras poderiam ser realizadas na escola gradativamente no período anual, pois o preconceito surge de duas formas diferentes ou por herança ou por medo do desconhecido, cabe ao papel da escola desconstruir esta herança negativa de ódio, racismo e preconceito, para tanto nada melhor do que mostrar e ensinar aos alunos nossas verdadeiras origens, a contribuição da população africana na construção de nosso país e na formação de nossa composição étnico-racial, através da miscigenação de raças e sua contribuição no campo religioso, atualmente tão difundidas e que fazem parte do nosso cotidiano.
          Acredito que tais medidas ajudariam a combater o racismo e iriam contribuir na promoção da diversidade cultural em nossas escolas.


                                                                                                    Cristiano kaller e Simone kaller.

O milagre da filosofia



                                                    O milagre da Filosofia


       Várias causas levaram ao surgimento da filosofia como ciência, podemos citar uma das principais o surgimento de uma nova dinâmica social.

      Com o aumento da população, no Mundo Antigo, lá pelo oitavo século antes de Cristo, principalmente em torno das grandes civilizações que se localizavam nos vales férteis dos grandes rios históricos, como Rio Nilo, o Tigre, o rio Eufrates, o Ganges, a vida por assim dizer começa a sofrer alterações significativas no seus “modos operantes”.

       Novas estruturas sociais começavam a surgir, estratificadas em cidades, impérios, reinos, organizadas agora por leis, normas e regras, as pessoas sofriam o impacto dessa nova dinâmica social, porem em contra partida o homem começa gradativamente se libertar do contato direto com a natureza e começa a desenvolver sua inteligência e até mesmo criar suas explicações não mais baseadas nas tradições mitológicas ou nas forças divinas como causa final de todos os fenômenos.

       E para estas novas explicações recorreu apenas à razão e a lógica, surgindo então o pensamento filosófico.
       Outro fator importante foi o período de contradições, onde vários grupos humanos entraram em contato entre si e suas culturas acabaram difundindo-se. Então puderam perceber que o mesmo fato era explicado por vários mitos diferentes e na maioria das vezes diferentes dos seus. Para cada grupo havia um mito diferente explicando os fenômenos da natureza.


Cristiano Kaller.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Ola! Queridos alunos! Este blog tem a finalidade de ampliarmos nossa interação via recursos midiáticos, bons estudos!